Coimbra | 11 de Fevereiro de 2015
E por vezes, dás lugar a um pleonasmo de ti próprio. Dissipam-se das mãos as células da tua fé. Escapa-te de cada ponta do teu cabelo o vento do norte que até então sempre te ditara o rumo a seguir. Não entras nem sais de lugar algum. Ficas onde estás porque não dás crédito à porta que se antevê no teu caminho. Recordas-me a ausência absoluta de memória e fazes questão de me relembrar uma amnésia cujo início ninguém ousa sussurrar. E por vezes, dou eu lugar a uma anacronismo dos tempos aos quais sempre fui alheia.
Sem comentários:
Enviar um comentário